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These boots are made for walking

por Torradaemeiadeleite, em 29.03.10

 

                                                               Fotografia de Fotógrafo Bebé.

 

Os meus passeios fotográficos são agora ainda mais deliciosos porque a partilha de um prazer torna-o ainda mais intenso.

O meu bebé "herdou" a máquina fotográfica que utilizávamos anteriormente e com breves explicações de ligar e desligar, apontar, focar e disparar, fazemo-nos agora à estrada com novas expectativas.

A era da fotografia digital ajuda o meu petiz a explorar o que o rodeia. Delicia-se com o resultado imediato daquilo que fotografa e não hesita em seguir-nos os passos para copiar as nossas fotos. Mas são sobretudo aquelas que ele faz espontaneamente, naturalmente livre de protocolos e sem amarras de qualquer natureza, próprio dos seus três anos e meio, que nos fazem alimentar o seu gosto quase obsessivo pela fotografia.

A Primavera chuvosa e ainda fria obriga o pequeno explorador a calcorrear os caminhos com calçado "todo-terreno" que se torna um motivo a fotografar tão válido como a mais bela paisagem, gente, flor, casa, ou regato. Inusitado é ainda o ângulo que lhe calhou em sorteio, porque nem me recordo de o ver de pernas para o ar... Facto é que só descobri esta imagem  quando descarregava o cartão da máquina e foi amor à primeira vista.

 

"These boots are made for walking, and that's just what they'll do,
One of these days these boots are gonna walk all over you."

 

 

 

 

 

 

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Antes de mais...

por Torradaemeiadeleite, em 24.03.10

 

      Fotografia de Torradaemeiadeleite.

 

Frescura... foi o que senti quando entrei no blogue para preparar um texto e encontrei a casa remodelada. Gostei muito do novo editor de posts e é fácil de utilizar, bastante intuitivo.

Já fazia falta uma renovação!!

Parabéns, batráquio, pelo trabalho desenvolvido!

 

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Capas inesquecíveis

por Torradaemeiadeleite, em 09.03.10

 

 

       Imagem googlada.

 

Esta imagem não será desconhecida para muitos, mas para mim foi uma revelação recente. Esta é a capa do quarto álbum dos Led Zeppelin de 1971  e é assim mesmo, sem título, sem nome da banda e com uma iconografia que geralmente não anda associada ao heavy metal.

Diz a história que Robert Plant encontrou o quadro numa loja de trastes e velharias e sugeriu a Page trabalhar a capa para o novo álbum a partir dele,  pendurando-o numa parede duma casa abandonada, com o seu papel de parede campestre e nostálgico ainda presente. 

A contra-capa exibe uma cidade com uma grande torre em destaque e, agora sim, já dá para somar 2+2. Entre a compreensão do progresso e a nostalgia das velhas tradições cabe uma transição nem sempre pacífica e que, regra geral, subjuga o que é antigo.

Os Led Zeppelin não foram excepção na percepção dessas mudanças e nem sempre concordaram com o que era "novo" revelando então essa dualidade não só na capa do disco ( "uma dura paisagem urbana justaposta à antiguidade", segundo Jimmy Page ) como também nas músicas que o compõem ( os "big city blues de Black Dog versus o folclore celta de The Battle of Evermore" ).

Por fim, o anonimato desta capa não os impediu de vender 37 milhões de exemplares a nível mundial. Conhecido simplesmente como "o quarto álbum dos Led Zeppelin" ou ainda "Led Zeppelin IV", tornou-se num dos álbuns mais vendidos de sempre ( quem não conhece ainda Stairway to Heaven, também deste álbum? ) e provou então à editora que a escolha da banda não era um "suicídio comercial" mas antes um marco na história musical.

 

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Letras perdidas

por Torradaemeiadeleite, em 06.03.10

 

 

                                                                   Fotografia googlada.

 

Eu não sabia que é comum proceder à destruição dos livros armazenados por parte das editoras. Acontece em Portugal como no resto do Mundo ( ou assim se defendem algumas das nossas editoras ). Na verdade, não sabia ou não imaginava porque simplesmente nunca parei para pensar no que acontece num armazém de livros para arranjar espaço para mais. O circuito dum livro ainda é um mistério para mim e muito mais os bastidores logísticos do mesmo. Compreendo portanto que inevitavelmente se vão acumulando  e alguma medida tem que ser tomada para obviar a falta de espaço. Mas... destruir livros? Parece pecado.

Os factos que me chamaram a atenção para este problema estão aqui nesta notícia.

Tanta promoção e incentivo à leitura para depois nos depararmos com estas decisões... Com certeza que se conseguirá encontrar o meio-termo e que muitas bibliotecas e cidadãos  poderão beneficiar duma atitude mais sensata.

 

 

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