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Poesia e animação

por Torradaemeiadeleite, em 06.07.14

 

 

Domingando para lá da chuva.

Poema "The Man With The Beautiful Eyes" de Charles Bukowski em filme de Jonathan Hodgson e animação de Jonny Hannah.

 

 

 

 

 

 

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A princesa insensível

por Torradaemeiadeleite, em 27.08.12

La fille du roi encore une fois

Dans son théâtre va s'ennuyer

 

Car l'amuser est impossible

Rien n'interesse la princesse insensible

 

Les plus doués ont tout tenté

Même c'est en vain pour le d'évince

 

Vive le prince irrésistible

Qui interésse la princesse insensible.

 

Pela sensibilidade de Vasco Granja, inesquecíveis o trabalho e o homem, conheci esta pérola da animação que tatuou a minha infância. Revivo-a no Youtube  pela generosidade de quem lá pôs o vídeo e me deu a oportunidade de reviver uma aposta marcante da programação da RTP.

Escolhi o episódio final porque reúne a solução do mistério e as diferentes tentativas de "sensibilizar" a princesa, tarefas que se reproduziam ao longo de breves episódios que seguia no programa do mestre e  dos quais sobressaía distintamente a música do genérico cantada fininha em francês. Como pôde o príncipe jardineiro e o que andava numa mota imaginária terem persistido até  este momento mais do que os outros pretendentes? Como puderam o tamanhinho da princesa e a imensidão do seu trono terem gravado uma imagem tão perene na minha memória?

Só anos mais tarde reparamos no nome dos talentosos da animação. Prazer em conhecê-lo monsieur Ocelot e obrigada.

 

 

 

 



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Livros e almas, pois!

por Torradaemeiadeleite, em 08.02.12
Quando tiverem 15 minutinhos para respirar entre as tarefas de um dia louco apreciem esta pérola ( descobri na Livreira Anarquista ).
 

 

 

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De Homero e da Rússia

por Torradaemeiadeleite, em 03.06.10

Iniciei recentemente a leitura de "Ulisses" de James Joyce sabendo à partida que a sua história se tece com fios da "Odisseia" de Homero. Conhecia apenas os traços gerais deste clássico grego mas falhavam-me os pormenores para entender plenamente o cruzamentos das duas obras.

E foi na procura das muitas aventuras do rei de Ítaca que encontrei esta versão da libertação de Ulisses ( ou Odysseus ) do domínio de Polyphemus na Ilha dos Cíclopes.

Arthur Mirzoyan, nascido em 1981 em Moscovo, é o autor desta curta-metragem de 2009 que vestiu com outras roupas uma das mais representadas histórias gregas.

Não resisti a trazer o trailer cá para o partilhar convosco...


 

 

P.S.: Já só me faltam 441 páginas para confirmar a reinvenção literária de James Joyce...


 

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Amendoins americanos

por Torradaemeiadeleite, em 02.10.09

 

 

                       Fotografia de Torradaemeiadeleite.

 

O "Big Bang" de Peanuts aconteceu a 2 de Outubro de 1950. A partir de então, todo o universo de Charlie Brown e restante companhia não respondeu senão a uma expansão de talento do seu criador Charles Monroe Schulz.

O início foi igual ao de muitos outros bonecos que chegaram aos nossos dias: primeiro como tiras cómicas em jornais, depois como banda desenhada, animação de televisão e longas metragens. O merchandising completou o sucesso e tratou de os imortalizar.

O Snoopy é uma das estrelas mais memoráveis. Este beagle com complexo de Walter Mitty ( as coisas que se aprendem a posteriori... ) enredava-se  e a nós também nas suas representações de personagens aventureiras com as quais sonhava no tecto da sua casota.

E quem fala em Snoopy fala em Woodstock, o passarinho desgrenhado e amarelo que o acompanhava fielmente.

Qualquer uma das outras figuras tinha traços de personalidade bem distintos e isso só enriqueceu as vidas dos que assistiam aos episódios na TV, até a professora do Charlie Brown vive ainda na minha memória com o discurso próprio de quem fala debaixo de água...

 

Longa vida, meu amigo Charlie Brown e parabéns a você, nesta data querida... 

 

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"Koniec"? Não... "a continuar"!

por Torradaemeiadeleite, em 05.05.09

É incontornável falar de Vasco de Oliveira Granja neste espaço pessoal. Mas sinto que já o deveria ter feito pois muito do meu gosto pela animação foi  incentivado pelo seu programa "Cinema de Animação" na RTP.

Curiosamente os desenhos que mais lembro são aqueles cujos autores tinham nomes quase impronunciáveis, vinham de terras que, na altura, me eram estranhas e cujos traços e técnicas eram os mais invulgares. Estes e muitos mais, reportam-me ao ecléctico e memorável momento televisivo dum senhor que se recusava a subestimar o mais novo dos seus públicos e lhes apresentava e explicava o trabalho das diferentes escolas de animação.

Por deixar indiscutível marca na minha formação cultural e por todo o trabalho que desenvolveu além da TV ao nível da BD em Portugal, lhe agradeço e o saúdo: até ao próximo programa, Sr. Vasco Granja!

 

                                    

 

                     "Seasons" - Filme de animação de 1969 de Ivan Ivanov-Vano ( Rússia ) 

                                       Música de Tchaikovsky.

 

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Novo fôlego?

por Torradaemeiadeleite, em 22.04.09

 

 

Fotografia de Torradaemeiadeleite.

 

Renovação. Reinvenção.

Muitos artistas ( os bons, a meu ver... ) enfrentam, em algum momento das suas carreiras, a necessidade de repensar a sua obra. Parece-me desejável e muito saudável. Para o bem da sua criatividade e para respeitarem o público que os aplaude, é fundamental evitar a monotonia, o desgaste ou a repetição.

É assim com Joaquín Salvador Lavado,  cartoonista argentino, filho de emigrantes espanhóis e criador da menina mais inconformada do planeta, Mafalda.

É mundialmente conhecido por Quino e dirigiu-se recentemente aos seus leitores através duma carta nas páginas do "Clarín", o jornal de Buenos Aires onde continuava a desenhar. Pede ao seu público que não encare a interrupção do seu trabalho como uma despedida, mas antes como uma pausa para reflexão que espera ser breve.

Os tempos mudam, os conflitos e o Mundo também. Certamente Mafalda continuará a ter muito para contestar, para se indignar e, sem dúvida, muitos pratos de sopa para recusar... 

Esta menina reguila  analisa a Humanidade desde 29 de Setembro de 1964, com muita perspicácia e sentido de oportunidade e eu não gostaria de a ver agora repetitiva ou incapaz de se superar.

Espero então pelo regresso de Quino.

Admiro as mentes que não se encostam a fórmulas vencedoras, que procuram novos moldes e roupagens para o seu trabalho, mais ainda quando o fazem aos 76 anos. Dá-me esperança.

 

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Mais um tema esp(e)acial...

por Torradaemeiadeleite, em 09.01.09

O Espaço é um tema recorrente no meu blog mas faltava-me esta pièce de résistance...

 

                               

 

A música e respectiva letra compõem um par  soberbo e ganham vida na versão portuguesa com a voz de Pedro Malagueta. A série nasceu em Janeiro de 1982 e o seu autor é Albert Barille.

Obrigada, M. Albert por ter contribuído de forma inesquecível para o despertar da minha curiosidade por aquele assunto e por estes ainda:

 

  

 

 

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Ovelha tresmalhada...

por Torradaemeiadeleite, em 22.09.08

 

 

Imagem no site oficial "shaunthesheep.com".

 

Lembram-se destes que me obrigaram a "uma investigação ao contrário"? Continuo apaixonada pela sua criatividade e eis-me rendida a mais um boneco, a ovelha Shaun ( a.k.a  Choné ). O traço de Nick Park é inconfundível e o trabalho dos estúdios Aardman Animations é novamente admirável!

A série televisiva nasceu em Março de 2007 mas a primeira aparição desta ovelhinha pouco convencional data de 1995, num papel secundário na curta-metragem premiada de Wallace e Gromit, “A Close Shave”. Os fãs foram-se multiplicando, um pouco por todos os continentes, dos pequenos papéis passou para uma série própria e chegou a terras lusas pelos caminhos do canal 2 da RTP.

Bem visto, é um desenho animado que conquista miúdos e muitos, muitos graúdos… O humor é inteligente, refinado até, e não deixa de ser delicioso mesmo quando há “pancadaria”. Os episódios de 7 minutos centram-se nas tropelias de um rebanho pacato quanto baste mas que se rende às iniciativas duma  ovelha ( direi antes um carneirinho pois é dum macho que se trata ) radical, muito inteligente, curiosa e criativa, decidida a sacudir o dia-a-dia da quinta onde vivem. Todas as “aflições” acabam resolvidas a bem, mesmo a tempo do final de cada episódio e sem que o dono da quinta sequer suspeite das actividades “extra-curriculares” dos seus animais.

Outros personagens contribuem para o sucesso desta série e destaco estes: Bitzer, o cão-pastor que impõe um pouco de ordem na quinta ( desde que não esteja a participar ele próprio nas brincadeiras de Shaun ou a ouvir música electrónica no seu MP3 ou a lanchar sandes com chá ou a brincar em jogos de “busca e traz”… ), os 3 porquinhos   sempenhados em infernizar a vida das ovelhas e o próprio agricultor, dono da quinta, um humano solitário e algo rezingão, amante de novas tecnologias mas cujos “distraimentos” podem dar o mote para a brincadeira.

Esqueçam diálogos ou monólogos, tudo é visto pela perspectiva do carneirinho Shaun e portanto as palavras nada mais parecem que uns balbucios ou resmungos. Ao bom jeito das produções Aardman, o silêncio diz muito juntamente com a linguagem corporal, expressões faciais e movimentos oculares sui generis. As aventuras têm temas simples, mesmo  banais, se preferirem, mas a imaginação do autor dá-lhes o tratamento  necessário para revelarem a sua faceta de surpresa, humor e até moralidade.

Se tiverem uns minutinhos, espreitem este episódio  com futebol do melhor e espero que fiquem contagiados... 

                                                                                     

                                   

 

 

 

 P.S.: está previsto já para este Outono, o lançamento dum jogo para Nintendo da ovelha Choné produzido pela Art Co.

 

 

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Uma investigação ao contrário!

por Torradaemeiadeleite, em 21.06.08

Ontem foi-me apresentado por um colega de trabalho  o site Tot Lol, o  Youtube da pequenada e, pelos vistos, eu já o deveria ter conhecido há muito mais tempo pois parece ser um sucesso na net ( por favor mostrem-se compreensivos comigo no caso de eu ser a única que não o conhecia… ). Bom, depois de ter veiculado esta nova informação através dos meus neurónios para o meu córtex cognitivo, vesti a pele dum Indiana Jones dos bits  e, já em casa, comecei a explorá-lo. Encontrei umas preciosidades: “The Animals Save the Planet” , umas curtas-metragens de animação ( que eu tanto gosto… ) em que animais selvagens decidem viver as suas vidas de um modo mais “verde” ou ecológico, se preferirem. No fundo, eles é que nos mostram como devemos comportar-nos se nos preocupamos com o ambiente.

Comecei então uma pesquisa ao contrário: quem é que teve a ideia destes filmezinhos e quem trabalhou para que se tornassem tão engraçados, didácticos e diferentes?

Umas “escavações” cibernéticas mais tarde, recolhi as informações que partilho aqui.

A Discovery Communications tem uma subsidiária que se chama Animal Planet e este canal de TV teve uma conversinha com o estúdio de animação Aardman Animations ( responsável, por exemplo, pela produção de “Wallace & Gromit” e “A Fuga das Galinhas” ) para que  produzisse umas curtas-metragens a exibir durante todo o mês de Abril passado.

Que boa ideia, todos de acordo, então mãos à obra! Escolheram uns bonequinhos que já eram da casa, os Creature Comforts ( aliás, vencedores do Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação em 1990 ) e colocaram-nos em diferentes situações que imitam o dia-a-dia humano e nas quais podemos ser mais ecológicos. Culminam com uma moral narrada pela comediante britânica Dawn French.

Contudo, a investigação não parou por aqui… Como não conhecia a Aardman Animations  mas  apenas alguns dos seus produtos, espreitei o site ( que aliás é fantástico e aconselho-vos a visitá-lo se gostam destas coisas da bonecada! ) e cheguei ao espírito talentoso que inventou as Creature Comforts  e o Wallace & Gromit–  Nick Park.  Desculpa Nick, mas só conhecia os teus filhotes e não me lembrei que deviam ter um pai!

Vasculhei ainda o percurso profissional de Nick Park, do estúdio e muitas outras coisas que  é melhor guardar  para outros textos, senão nunca mais paro e fica tudo muito mais entediante…

Aqui está aquilo que resolvi chamar uma investigação ao contrário porque parti do produto final para chegar à sua génese. E tudo começou com “o que é isso do Tot quê??”.

P.S.: Escolhi esta curta de entre tantas que achei fantásticas só para vos aguçar a curiosidade. Enjoy it!!

 

 

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Bodas de... Azul?

por Torradaemeiadeleite, em 17.06.08

 

 

  Fotografia de Torradaemeiadeleite

 

Da mão de Pierre Culliford nasceu há 50 anos um povo azul, pequenino ( “tão altos como 3 maçãs”... ), com uma linguagem única e adorador de salsaparrilha!

Desde a sua primeira aparição num jornal, no dia 23 de Outubro de 1958, como personagens secundários,  foram conquistando  com passos seguros  o protagonismo  merecido e sobretudo a imaginação de muitas crianças deste planeta.

Saltaram do papel para a televisão, ocuparam as casas dos seus fãs como brinquedos, música e jogos de vídeo e preparam-se agora para experimentar as novas tecnologias do cinema sob a égide da Columbia Pictures e Sony Pictures Animation. Todo o trabalho cinematográfico corre de modo a lançar o filme ainda este ano para integrar as comemorações de 50 anos estrumpfásticos!!

Peyo ( assim conhecido o autor belga, falecido em 1992 )  incutiu aos seus Estrumpfes traços de personalidade bem distintos, uma vez que aquele povo não apresenta propriamente uma fisionomia variada. Idealizou também um líder mais velho, sábio e protector ( o Grande Estrumpfe ), uma única estrumpfe do sexo feminino ( uiii...!!! ) a belíssima Estrumpfina , inventou-lhes uma arquitectura sui generis para os seus lares e toda uma envolvência natural. Mas com tantas personagens de bom coração faltava um feiticeiro humano malvado e, já agora, com um nome cómico, Gasganete ( “Gargamel” em  francês ), bem como o seu animal de estimação Asrael, um gato que sonha comer todos os Estrumpfes que encontrar. A missão de Gasganete é simples ( ou não... ): apanhar os homenzinhos azuis para fazer ouro,  mas os seus planos saem sempre gorados.

Junto com o seu colega de escrita Yvan Delporte, Peyo criou histórias com humor, didácticas  e com muito carisma!

Eu não fiquei indiferente a esta febre azul dos anos 80 e, de vez em quando, mesmo este tempo passado, os meus bonecos saem do livro pela estante fora em peripécias estrumpfólicas e teimam em recordar-me as brincadeiras que protagonizei.

Parabéns Estrumpfes e continuem a estrumpfar as próximas gerações!!

 

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Saramago galego

por Torradaemeiadeleite, em 14.04.08

 A história infantil " A Maior Flor do Mundo " de José Saramago foi a base sobre a qual se construiu a curta-metragem com o mesmo nome ( mas em galego ) de Juan Pablo Etcheverry , apresentada pela primeira vez em  Março de 2007.

Concorreu inclusive à edição 2008 dos prémios Goya na categoria de melhor curta-metragem de animação.

A produção é da Continental, que se iniciou assim na curta-metragem de animação. A música é da responsabilidade de Emilio Aragón e a ilustração de Diego Mallo .  

Apesar de toda a sofisticação da animação digital, esta curta é deliciosa no seu género stop motion , a velhinha técnica da plasticina, que lhe confere mais alma, a meu ver.

Quase um ano de trabalho intensivo resultam nestes 10 minutos deliciosos com a narração do próprio José Saramago. 

Não posso deixar de aconselhar o livro, editado pela Caminho, este com as maravilhosas ilustrações de João Caetano...

 

P.S.: Não deixem de espreitar no YouTube, por exemplo, outra curta-metragem de Juan Pablo Etcheverry , esta num registo diferente e com a qual já foi muito galardoado. Aqui, o realizador homenageia a estética da arte de Pablo Picasso.

Chama-se " Minotauromaquia , Pablo no labirinto " e tem a música de Igor Stravinsky .


 

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Hollywood com Brilho Europeu

por Torradaemeiadeleite, em 25.02.08

 

Imagem "emprestada" pelo Google.
 
Dos outros premiados já todos falam e escrevem e é notória a prevalência de talento europeu nos vencedores deste ano, mas eu quero destacar uma das categorias que mais gosto: a dos filmes de animação.
Este ano, a Academia atribuiu o Oscar a "Ratatouille", uma história de Brad Bird ( vencedor também em 2004 com "Os Incríveis" ) que ganhou vida nos estúdios Pixar /Disney.
Além de falar da possibilidade de concretizar sonhos com o cunho de "impossíveis" e do comprometimento pessoal e familiar que isso pode implicar, aquilo que mais me arrebatou foi a sua abordagem à culinária. Esta arte de bem conhecer, distinguir e misturar sabores e odores  bem como a importância da memória pessoal na apreciação dos pratos (aquele ingrediente que pode tornar o mais simples dos repastos num inesquecível manjar... ) são temas aqui explorados de uma forma acessível,  didáctica e muito contagiante!
Tudo isto personificado num ratinho do campo francês que viaja sozinho para Paris, à mercê dos preconceitos e aversão dos humanos relativamente aos indivíduos da sua espécie.
Este filme encontrava-se também entre os nomeados das categorias de Melhor Banda Sonora Original ( 1ª nomeação de Michael Giacchino ), Melhor Edição de Som e Melhor Argumento Original.
Termino com uma breve nota: na categoria de Melhor Curta-Metragem de Animação venceu "Peter and the Wolf", uma produção conjunta da Polónia e do Reino Unido sob a batuta de Suzie Templeton e Hugh Welchman . 
 

 

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Entrega especial

por Torradaemeiadeleite, em 08.09.07

   Os filmes de animação interessam-me muito. De vez em quando procuro histórias com um tema, autor ou estúdio específico mas, desta vez, por puro engano, encontrei um artista que não conhecia e apaixonei-me pelo filme. Estava erradamente catalogado como pertencendo aos estúdios "Pixar" . Na verdade, é da autoria de TILL NOWAK , um jovem realizador alemão.

   O filme que podem ver a seguir ( atentem também na banda sonora ), intitulado "DELIVERY", valeu-lhe o primeiro prémio do público e do júri do  Festival AFI de Los Angeles em  2005. Não sei como eram os outros, mas deste gostei muito!

 

 

 

       

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