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The Book Thief

por Torradaemeiadeleite, em 04.11.13

 

Com estreia marcada para este mês nos E.U.A.
Realizado por Brian Percival, com Geoffrey Rush, Emily Watson e Sophie Nélisse nos principais papéis.

Baseado no romance homónimo do australiano Markus Zusack.


 


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Bond, James Bond II

por Torradaemeiadeleite, em 06.11.12

 

Segue a enciclopédia à la Bond com a letra "C" de carros e de cinquenta, os anos contados desde o primeiro filme.

Nem sempre o espião teve um carro, ou pelo menos "o carro", o acessório rolante que afirmava o seu estatuto e gritava a sua distinção. Nos primeiros dois filmes ( Dr No e Da Rússia com Amor ) o propósito dos veículos não era espectacular, nem eles eram em si mesmos memoráveis. A acção não incluía duelos sobre rodas em fugas habilidosas, capacidades futuristas ou performances impróprias para o normal ritmo cardíaco.  Serviam isso sim para o espião ir do ponto A ao ponto B mais rápido do que a pé.

Mas chega 1964, o ano que nos revela Goldfinger, o terceiro filme, e chega borbulhando novidades,  acicatando o desejo do mundo com uma das maravilhas do tempo moderno: o Aston Martin DB5. Nasceu uma estrela e quarenta e oito anos mais tarde ela voltaria a brilhar, nas estradas e planos do realizador do mais novinho Bond, Skyfall. Vi, vi muito bem e admirei. Abençoados os que desenharam tal chisme1, incólume à passagem do tempo, lindo, lindo, que na era da "hiper-técnica" empresta ainda tanta elegância,  charme  e segurança à acção do filme. Quando eu for grande quero ter um assim.

Desde então guardou-se sempre espaço nas aventuras de 007 para máquinas marcantes, umas mais do que outras, ao sabor das eras, dos realizadores, dos orçamentos, da competição entre marcas para ganhar o destaque no filme seguinte.

Sim, mais tarde era prestigiante aparecer num Bond mas dizem-me as minhas fontes que foi o bom e o bonito para conseguir negociar com a Aston Martin a aquisição daquele modelo. Pormenores à parte, conseguiu-se fechar o negócio e em tempo útil se planeou a modificação do carro para incorporar metralhadoras, assento ejectável, vidros anti-bala, matrículas cambiantes e mais algumas habilidades para fintar os meliantes.

São cinquenta anos de James Bond, cinquenta anos que desafiam as preferências de cada um de nós e cinquenta anos celebrados com Skyfall, um filme com realização de Sam Mendes que foi para mim memorável: no plot, no vilão, no espião, no carro, na fotografia, na música e no genérico, mais ainda  no regresso à natureza primordial de Ian Fleming como quem fecha um ciclo ( mas promete mais ).

O conjunto dos filmes Bond reúne a passagem das décadas nos ideais de beleza masculino e feminino, nos perfis psicológicos dos vilões, nos carros, nas armas, nos motivos pelos quais se mata, manipula ou se quer ver o mundo a arder e ainda se vê a passagem das décadas nos medos que nos assistem como sociedade.

Tanto como uma enciclopédia, os Bond davam na verdade um bom estudo antropológico.




1Vocabulário crastejo: chisme (pronunc.  tchisme) - mecanismo, engenho mecânico, geringonça.


 

 

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Hemingway e o medo da morte

por Torradaemeiadeleite, em 16.10.12
Do filme "Meia-Noite em Paris" ( realização de Woody Allen, 2011 ).

 

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Da Finlândia, com amor

por Torradaemeiadeleite, em 26.04.12

 

 Imagem googlada.


Para lá da porta deste moinho encontrei uma entrevista com Aki Kaurismäki, um realizador descrente no cinema contemporâneo e que assume que "Le Havre" é o primeiro filme de sua autoria que não detesta.

Revela-se um sentimental e é o seu trabalho que lhe dá razão, mais do que o seu aspecto "cool" e desprendido.

Faz humor dos seus excessos alcoólicos e dos políticos, explica a alta taxa de suicídio finlandês e tem pouca esperança no futuro da Humanidade ( a não ser que se elimine aquele 1% da população mundial responsável pela miséria humana, o 1% mais rico que a seu ver subjuga o valor humano e faz jogo de marionetas com os políticos ). Brinda às coisas boas da vida: "bebida, cogumelos, morte, a sua esposa, o Amor".

Para alguém que parece ser miserabilista, o fruto do seu trabalho exibe ternura, romantismo e optimismo: "é simples, diz ele, quando toda a esperança se vai não há razão para se ser pessimista".

 

 

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Na agenda

por Torradaemeiadeleite, em 24.02.12

 

 

De googlada em googlada fui até ao sítio da Embaixada da Finlândia em Portugal onde encontrei todos os dados que precisava sobre o novo filme de Aki Kaurismäki condensados em breves parágrafos dos quais extraí  estas informações:

 

"O estilo do filme segue o típico,  minimalista e realista traço de Kaurismäki. Vidas comuns estão em destaque, mas com reviravoltas extraordinárias na trama.

Le Havre conquistou 6 Prémios Jussi, os mais importantes galardões finlandeses, entre os quais, o Prémio de Melhor Filme. Le Havre está também nomeado para 3 Césares, os Óscares franceses, entre os quais os Prémios de Melhor Filme e Melhor Realizador. O filme de Aki Kaurismäki foi um dos filmes mais aplaudidos na última edição do Festival de Cannes, onde conquistou o Prémio da Crítica"

 

"O novo filme de Aki Kaurismäki, “Le Havre”, estreia no dia 16 de Fevereiro, em exclusivo, nos cinemas UCI El Corte Inglés em Lisboa e UCI Arrábida no Porto."

 

Estou curiosa para ver o filme também porque conheci uns breves traços deste realizador finlandês aqui, lembram-se?



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Porque hoje também neva em Castro Laboreiro

por Torradaemeiadeleite, em 16.02.11

Descubro que as palavras finlandesas podem acentuar o mistério das serranias crastejas, do seu pôr-do-sol de Inverno ou do silêncio que acirra um cão com boca negra.

Já conhecia esta curta-metragem desde 2008 e com legendas em português mas não conseguia reproduzi-la até que no fim-de-semana passado entrou de novo no meu coração pela artéria You Tube.

Mesmo sem tradução, envolvo-me na perspectiva que os olhos do realizador Aki Kaurismäki me apresentam da aldeia que bem vivi, dos rostos conhecidos, do fiar que vi reproduzido também pelas mulheres da minha vida e da música do tio Abel que várias outras vezes escutei.

Deixem a minha ternura pelo meu chão impor-vos uns minutos de Inverno.


 

 

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127 Horas

por Torradaemeiadeleite, em 12.02.11

"Não há força maior que a vontade de viver" diz o trailer do filme "127 Horas" de Danny Boyle. Baseado numa história verídica, este candidato a seis Oscares da Academia ( entre eles os de Melhor Actor e Melhor Filme do Ano ) já levou a desmaios, vómitos e até um ataque epilético em salas de cinema do Canadá, Estados Unidos e Austrália. Reacções extremas do público mais sensível às imagens emotivas e dramáticas da história.

Leiam aqui os pormenores e vejam como morde o bichinho para nos rendermos à grande tela.

Nas terras lusas estreia dia 24 deste mês.

 

 

 

Imagem googlada.


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De Homero e da Rússia

por Torradaemeiadeleite, em 03.06.10

Iniciei recentemente a leitura de "Ulisses" de James Joyce sabendo à partida que a sua história se tece com fios da "Odisseia" de Homero. Conhecia apenas os traços gerais deste clássico grego mas falhavam-me os pormenores para entender plenamente o cruzamentos das duas obras.

E foi na procura das muitas aventuras do rei de Ítaca que encontrei esta versão da libertação de Ulisses ( ou Odysseus ) do domínio de Polyphemus na Ilha dos Cíclopes.

Arthur Mirzoyan, nascido em 1981 em Moscovo, é o autor desta curta-metragem de 2009 que vestiu com outras roupas uma das mais representadas histórias gregas.

Não resisti a trazer o trailer cá para o partilhar convosco...


 

 

P.S.: Já só me faltam 441 páginas para confirmar a reinvenção literária de James Joyce...


 

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"Inglourius Basterds"

por Torradaemeiadeleite, em 13.10.09

Há várias maneiras de abordar uma história e Tarantino encontra a forma mais original para o fazer.

Em "Sacanas sem Lei" escreveu e realizou ( com todas aquelas marcas que lhe são próprias ) um desfecho diferente para os principais intervenientes nazis da 2ª Grande Guerra. Morrem, sim, mas sem controlo próprio sobre esse facto. E aos olhos de Tarantino, que melhor forma de os terminar se não todos juntinhos numa sala de cinema?

Há sem dúvida uma homenagem ao cinema e à sua capacidade interventiva. Até há tempo para aprender alguns factos sobre a arte cinematográfica. Mas este é apenas um dos aspectos; o facto de Tarantino ter imaginado um grupo de "inglourius basterds" maioritariamente judeus e a dona do cinema que arquitecta o grand finale ser também judia, soa mesmo a uma vingança catártica.

Absolutamente inesquecível é o desempenho do actor austríaco Crhistoph Waltz como coronel Hans Landa, que aliás ganhou no Festival de Cannes o Prémio de Interpretação Masculina.

E por fim, um elogio à música escolhida que, vim depois a saber, já fez parte de outras bandas sonoras ( mais uma homenagem... ). Entre muitas memoráveis, ficou-me esta do grande David Bowie de 1982...

 

 

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"Koniec"? Não... "a continuar"!

por Torradaemeiadeleite, em 05.05.09

É incontornável falar de Vasco de Oliveira Granja neste espaço pessoal. Mas sinto que já o deveria ter feito pois muito do meu gosto pela animação foi  incentivado pelo seu programa "Cinema de Animação" na RTP.

Curiosamente os desenhos que mais lembro são aqueles cujos autores tinham nomes quase impronunciáveis, vinham de terras que, na altura, me eram estranhas e cujos traços e técnicas eram os mais invulgares. Estes e muitos mais, reportam-me ao ecléctico e memorável momento televisivo dum senhor que se recusava a subestimar o mais novo dos seus públicos e lhes apresentava e explicava o trabalho das diferentes escolas de animação.

Por deixar indiscutível marca na minha formação cultural e por todo o trabalho que desenvolveu além da TV ao nível da BD em Portugal, lhe agradeço e o saúdo: até ao próximo programa, Sr. Vasco Granja!

 

                                    

 

                     "Seasons" - Filme de animação de 1969 de Ivan Ivanov-Vano ( Rússia ) 

                                       Música de Tchaikovsky.

 

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O Porto das minhas imagens

por Torradaemeiadeleite, em 17.12.08

 

 

 Fotografia "Sé do Porto" de Torradaemeiadeleite.

 

Precisamente há um ano nasceu esta fotografia.

É uma das minhas preferidas quando o tema é o Porto, sobretudo pelo contraste da monumentalidade religiosa com a humildade das casas amontoadas e estreitinhas da Baixa, os dois lados protagonistas duma vizinhança indiscreta mas cúmplice. Parece-me que ambos perdem valor se os separarmos e a luz meiga do fim da tarde tudo uniformiza, diluindo até as diferenças entre os edifícios.

Recentemente vi o filme "Aniki-Bóbó" de Manoel de Oliveira ( 1942 ) e, entre outros detalhes, prendi-me àquele em que o Carlitos sai à noite pela janela do seu quarto e caminha, de telhado em telhado, até à janela da "sua"  Teresinha. Sem nunca pôr o pé numa calçada ou rua cumpre o seu objectivo e a linda boneca é entregue em mãos em troca dum sorriso confidente. "Só no Porto" pensei eu... e revejo essa proximidade nesta imagem também.

Em cada caminhada pelas ruas desta cidade ( já que pelos telhados é perigoso ) descubro mais e mais detalhes, é preciso estar atenta e andar muito de nariz no ar... Mas é isso!! O Porto revela-se ainda mais a quem não tiver medo de parecer "cusco"... Ao andar por cá temos que "perder as peneiras" e encurtar as distâncias, só assim percebemos a essência do viver e ser deste "milhafre ferido na asa".

 

P.S.: Tenho que partilhar isto...ao confirmar a data da realização do filme fiquei a saber que estreou a 18 de Dezembro de 1942 no Éden, em Lisboa. É já amanhã e pôs-me a pensar nesta... proximidade, mais uma vez! "Ele há coisas"...

 

 

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Quantum de novidades

por Torradaemeiadeleite, em 18.11.08

Primeiro conheci um dos cenários e bem mais tarde conheci o filme. "Quantum of Solace" é um Bond fora do comum ( já o era "Casino Royale" mas este é ainda mais invulgar... ) e, pelo que me apercebi nos pareceres que ia lendo, não é consensual, ora desilude ora arrebata. A mim, prendeu-me a atenção do princípio ao fim e acrescento que só não me colou à cadeira porque tinha instantes em que a surpresa ou a intensidade dalgumas cenas me fez estremecer...

Como não reparar num filme do 007 que não teve uma única referência a este código ( ou era "James" ou "Bond" ou "James Bond", portanto o famoso espião já ascendeu ao estatuto de pessoa em vez de número... )? Como ignorar um Bond que não se envolve amorosamente com a  Bondgirl principal? Como ficar indiferente perante um espião com motivações pessoais, dúvidas quanto ao dever e a braços com a desconfiança dos seus superiores? Como esquecer um filme Bond que acentua e dramatiza alguns picos de acção com actos da ópera "Tosca"? E que dizer da ausência de gadgets nunca experimentados e muito XPTO? AH!!... e o bem mais precioso pelo qual os bandidos matam e manipulam... qual é, qual é?? Não digo...

Enfim, não quero tornar o texto monótono usando interminavelmente o esquema das interrogações, penso até que já revelei demais, mas quero assim evidenciar e justificar o meu contentamento por um formato que já não é "chapa 5" dos seus predecessores ( e são muitos... ) e que, quanto a mim, refresca sem desiludir!
                

                 Para ouvir nas alturas!!

 

 

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Morcego filosófico

por Torradaemeiadeleite, em 06.08.08

Alguns filmes surpreendem-nos porque conseguem reinventar algo já muito filmado ou explorado, neste caso um ícone    da banda desenhada: Batman.

Não vou demorar-me com a parte visual ( arrebatadora! ) do filme  como os efeitos especiais ou a fotografia, nem com as óptimas prestações dos actores, o bom ritmo a que se desenvolve a história, o suspense, o humor negro, a génese de  novas personagens, os gadgets mirabolantes,... 

Quero  salientar sobretudo a filosofia e a psicologia desenvolvidas ao longo do filme "The Dark Knight".

Porque "há pessoas que só querem ver o Mundo a arder" e não são o  vilão clássico destas aventuras, movido  por ganância ou qualquer desejo de pura vingança, assistimos a um Joker que pretende fazer dos que o rodeiam um palco de experimentações emocionais e sociais. Tem como objectivo maior conseguir provar que até o melhor dos homens pode tornar-se o pior dos vilões. Quanto a mim, consegue-o!

Nem Batman  é o super-herói comum, aquele que fica sempre bem na fotografia. Ele é definitivamente a figura pronta a desempenhar o papel mais conveniente e necessário em dado momento para que os cidadãos de Gotham City usufruam do Bem e da Justiça. Mais do que um herói nesta nova história ele é um protector, o guardião dum futuro bom.

Para além desta faceta, surge agora mais vezes o homem por detrás da máscara, com sonhos pessoais, dúvidas e medos.

Uma das frases do filme  revela uma das mais-valias do mesmo, tendo em conta o  género da película: "por vezes, a verdade não é suficientemente boa ". Podemos ou não concordar com ela, mas faço  a sua transposição para o mundo "real", dos jogos políticos e diplomáticos, da psicologia de massas, da memória colectiva, abarcando até o nível das nossas histórias pessoais... dá pano para mangas!

Não tinha pensado, à partida, que um filme do Batman me iria pôr a pensar em algo mais sério, mas importa saber que não faltam razões para  o ver ou revêr.

 

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Farewell, Sydney...

por Torradaemeiadeleite, em 27.05.08
Sydney Pollack acrescentou às minhas imagens preferidas aquelas que vi, ainda criança, no filme "Out of Africa". Não só as imagens, mas também a música desse filme ( da autoria de John Barry ) e os diálogos, que agora compreendo melhor, continuam a emocionar-me e a preencher o meu conceito de beleza, sensibilidade e arte.

Pollack faleceu ontem em sua casa em Los Angeles, vítima de cancro. Tinha 73 anos.

Dos seus trabalhos também fazem parte os filmes "Tootsie"  de 1982  com Dustin Hoffman no papel principal, "The Interpreter"  ( com Nicole Kidman e Sean Penn ) e "Sketches of Frank Gehry", ambos de 2005.

O filme "Out of Africa" valeu-lhe em 1986 o Oscar de Melhor Filme e o de Melhor Realizador.

Esta pequenina parte do filme é uma das minhas preferidas, assim como não esqueço aquela cena em que Denys ( Robert Redford ) lava o cabelo de Karen ( Meryl Streep ) junto ao rio. Relembrem, se tiverem mais um tempinho...

 

             

 


 

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