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Whenever I'm alone with you,
you make me feel
Like I am home again
Whenever I'm alone with you,
you make me feel like I am whole again
Whenever I'm alone with you,
you make me feel
Like I am young again
Whenever I'm alone with you,
you make me feel like I am fun again
However far away,
I will always love you,
Whatever words I say,
I will always love you,
However long I stay,
I will always love you,
I will always love you
Fly me to the Moon...
Whenever I'm alone with you,
You make me feel like I am free again,
Whenever I'm alone with you,
You make me feel like I am clean again
However far away,
I will always love you,
However long I stay,
I will always love you,
Whatever games I play,
I will always love you,
I will always love you
The Cure ( "Lovesong" )
Nos momentos plenos de mim mesma preparo o caderno e a esferográfica, convido um ou dois pedacinhos de gula e espero pelos meus pensamentos.
No papel vão deixando marca, abreviando o sentir com palavras alugadas ou soletrando o porvir com sílabas trocadas.
Não procuro prosas fantásticas ou planos alucinantes, textos elaborados ou testemunhos inebriantes; rendo-me só ao deslizar da tinta em voltinhas e sinais, todos juntos sob o ritmo do pensar. Vou espalhando sementes à espera do fruto
que poderá nascer delas.
No final, um desejo: que as sementes poupadas ao juízo de mim mesma possam ainda germinar em solos diferentes do meu.
Depois de tudo o que já está implícito na imagem e no texto maior, lê-se ainda nas letras mais pequeninas : "Your Throat Protection against irritation against cough "!
Faz sentido dizer:
" A estupidez tem de terrível o poder assemelhar-se à mais profunda das sabedorias. "
Citação de Valéry Larbaud ( escritor francês, 1881-1957 ).
Pergunto ainda: que "sabedorias" de hoje serão uma provada estupidez amanhã?
Chamo "capítulo" a cada ano que passa e tenho a ambição de conseguir um "livro" interessante... Continuo a fazer por isso entre lições, conquistas e cedências, medo e coragem, trambolhões e ascensões , força de vontade ou persistência, risos e protestos!
No final de cada capítulo olho sempre para as páginas voltadas e teço considerações. Olho para as páginas que estão ainda em branco e suspiro, consciente do desconhecido, mas com esperança: em mim, nos outros e no que é insondável.
Desejo a todos um belo capítulo neste ano recém-nascido!!