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Onde as ruas não têm nome

por Torradaemeiadeleite, em 25.03.12

É bom rever um dos momentos inesquecíveis do percurso dos U2:

 

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Greve Geral

por Torradaemeiadeleite, em 24.03.12

 

 

 Fotografia de Hugo Correia ( Reuters ).

No passado dia 22 de Março a greve geral fez-se também de momentos "bastonáticos" que nas imagens da TV até me pareceram erráticos, desnorteados, tanto assim que mesmo fotojornalistas sofreram dos exageros. Como se costuma dizer, "havia necessidade"?

 

 

Pela poesia

por Torradaemeiadeleite, em 21.03.12

 

" E sequem-se-me os dedos a cabeça

estoire e não fique de tudo uma palavra

se a maldição for tanta que eu te esqueça

 

e não reste sequer o chão e não de quantas ruas e

não já reste a cidade

 

e seja a memória deste homem um escárnio ocultado por quinze

           gerações de vindouros

com seus cães que se deitam aos pés das pessoas e parecem adivinhar

        a linguagem monstruosa

das narinas resfolegando

 

se a maldição for tanta e tão perfídia

que eu te esqueça na morte, que eu te esqueça " (...)

 

                                                                                     

                                                                                      Fernando Assis Pacheco

 

                            ( excerto de Memórias do Contencioso, 1980 em

                                                A Musa Irregular - ed. Assírio e Alvim, Nov. 2006 )

 

 

"Os Maridos das Outras"

por Torradaemeiadeleite, em 16.03.12


Feiras do Livro

por Torradaemeiadeleite, em 07.03.12

Em Lisboa de 24 de Abril a 13 de Maio, Parque Eduardo VII.

 

No Porto de 31 de Maio a 17 de Junho, Av. dos Aliados.

 

 

 

Musicando este domingo

por Torradaemeiadeleite, em 04.03.12

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Ir à Índia e voltar

por Torradaemeiadeleite, em 04.03.12

Por ser Domingo, destaco estas estrofes de entre tantas outras, com outras perspectivas e tantos temas diferentes que fazem deste livro e do seu autor seres singulares. Mais um talento que  a contemporaneidade literária portuguesa nos dá.

 

 

"Tudo necessita de constante atenção e

aperfeiçoamento, até o Eterno. Se o Eterno

é hoje o mesmo que era no século XII então

percebe-se a desligação geral do povo

às orações com frases desactualizadas.

O Eterno cheira a século XII, poderia

gritar um provocador bem informado,

mas o importante é isto: até o imutável

se não mudar será empurrado. O Céu, na minha opinião,

tornou-se um lugar parado de mais."

 

Uma Viagem à Índia (canto VIII-31), Gonçalo M. Tavares.

 

 

"A Europa lava ao fim do dia os pés

num balde de moedas, e em novas carteiras

baratas - compradas à entrada do Metro -

já está previsto espaço para o Espírito.

O Espírito cabe aqui,

Os cartões de identificação mais abaixo.

Tudo tem o seu lugar, e o século XXI já o percebeu.

(Valeu a pena viajar, pensa Bloom.)"

 

Idem (canto X-79).

 

 

"Em Companhia da Morte"

por Torradaemeiadeleite, em 01.03.12

Crastejos e galegos partilham crenças e saberes, bailham juntos a dança do falar. Pelo trabalho documental de Vanessa Vilaverde, Eduardo Maragoto e João Aveledo confrontamo-nos de novo com estas singularidades que unem as duas culturas, como as histórias de estântegas, acompanhamentos e candeias que nos arrepiavam noite dentro, até aos sonhos. E como eram magnetizantes estes "passos" contados "achegados ó lume", davam-nos medo na mesma proporção da vontade de os ouvir. Contos que se eternizavam nos gestos, os olhos baixos e a passagem apressada nos locais onde, com toda a certeza que o medo confere, tinham sucedido e servido de lição aos mais incautos.

Tudo era familiar, tudo era perto e bem podíamos ser nós mesmos os próximos a "especar" perante um acompanhamento.

 

 

 

 

 

 

 




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